Comitê de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas realiza visita ao Castelão
16 de maio de 2012 - 20:38
Na comitiva, a secretária da Justiça e Cidadania do Estado do Ceará (Sejus-CE), Mariana Lobo, foi recebida pelo secretário Especial da Copa, Ferruccio Feitosa, que fez uma extensa apresentação do andamento da obras, que chegam no fim do mês a 70% de conclusão. A coordenadora do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (NETP), Lívia Xerez e os técnicos do NETP, bem como o delegado Thomas Wlasak, da Polícia Federal, Manoel Clistenes, do Tribunal de Justiça, Francisco Carlos, do Ministério Público Estadual, José Messias e Nabupolasar, da Agência Brasileira de Inteligência, Simone Alcântara, da STDS; a Irmã Áurea, da ONG Uma Grito pela Vida, Álvaro Vieira, da Sesa, e Sérgio Marques, da Defensoria Pública da União estiveram entre os presentes.

Após a exibição do vídeo, os convidados conheceram de perto às obras. Na visita, foram abordados por um dos egressos do sistema penitenciário que participa do programa Mãos que Constroem, que tem 20 apenados do sistema penitenciário trabalhando no Arena Castelão, numa parceria da Sejus com a Secopa. “Gostaria de agradecer a oportunidade que me foi dada. Tive chance de mudar de vida, pois completei nove meses aqui na obra e casei, comprei minha casa própria e agora estou arrumando uma pequena metalúrgica em casa para continuar trabalhando depois que terminar a obra”, falou o egresso.
Para a secretária da Justiça, a visita foi importante para reafirmar o compromisso nas políticas de direitos humanos, do qual o NETP faz parte, e em defesa da reinserção social da pessoa presa. “É muito bom verificar inloco os esforços que o Estado do Ceará tem feito para dar celeridade as obras da Copa do Mundo. A Sejus, em sua vez, temos buscado junto às demais secretarias estaduais, parcerias para trabalhar políticas públicas de direitos humanos e dar real oportunidade de mudança na vida dos egressos do sistema penitenciário. Normalmente, a sociedade encara com receio e lhes nega oportunidades, e o Estado tem o papel de proporcionar uma nova chance a essas pessoas, colaborando para a diminuição da violência”, falou.
