Sistema Penitenciário do Ceará lamenta a perda do primeiro cão de intervenção prisional

18 de setembro de 2019 - 17:14

O primeiro cão de intervenção prisional, que pertencia ao Grupo de Apoio Penitenciário do Ceará morreu nesta quarta-feira (18). Fox, como era carinhosamente chamado, tinha 11 anos e faleceu de forma natural.

Da raça pitbull, o cachorro chegou ao GAP com apenas dois anos e foi o precursor do canil. Mesmo com a desconfiança, devido à sua raça, o cão mostrou raras habilidades e se tornou referência como cão interventor prisional do Estado.

Ele atuava desde 2010 como cão interventor prisional e era convidado para participar de eventos, para realizar demonstrações e até em projetos em escolas do Ensino Fundamental.

Para o coordenador do Grupo de Apoio Penitenciário, Leonardo Levy, a tristeza pela perda do cão se mistura com o reconhecimento do seu trabalho para o sistema. “Ele foi o cão precursor do nosso canil e nós tivemos muita sorte, fomos honrados, de tê-lo em nossas fileiras. Era um cão valoroso, obediente e guerreiro. Estamos tristes, mas também reconhecedores da importância do Fox na construção e permanência do nosso valoroso canil penitenciário”, atesta.